Como tudo começou
Tudo começou num fim de semana em que o papai e o Doxie Din assistiam a um show do Metallica. Puppy Jay se sentiu deslocado, desceu ao porão e encontrou uma caixa empoeirada com fotos antigas — e um misterioso disco de vinil: “Für Elise”, composta por Doxie Din Oitavo. Pelo menos era o que dizia o rótulo.
A família roqueira tentou conquistá-lo para as guitarras e a distorção, mas o coração dele já pertencia às teclas. Quando o papai o viu praticando num teclado de papelão, o coração de heavy metal dele amoleceu, e ele comprou para o Puppy Jay o primeiro piano.
Depois vieram os anos difíceis. Quando o YouTube desmonetizou por engano o canal do irmão, as patinhas de Puppy Jay nas teclas viraram a única renda da família. Nem sempre ele trazia muito para casa, mas a música dele nunca deixou ninguém passar fome.
Num conservatório de música, ele encontrou um mentor e conheceu Lady Suna, a voz tímida e misteriosa por trás de muitas das faixas dele. Levou anos para voltar a se sentir artista — e, quando isso aconteceu, ele escreveu o primeiro álbum de verdade, Paws on the Keys.

O que dizem em Hollywoof sobre as músicas dele
Música favorita? “Wiener Warriors”. Essa faixa me levou ao topo do Everest. Duas vezes!
A minha favorita? “Cosmic DJ”! Chiclete, explosiva… e fica na cabeça por dias.
É genial. Inegável! Principalmente a música “Evolution” — uma tese musical ousada de que os humanos, na verdade, descendem dos dachshunds.
Sinceramente, eu amo todas. Menos “Sharks in the Bay”. Essa pegou muito mal para nós, tubarões…
Nenhuma faixa de vampiro no álbum? Isso é… um descuido trágico.
O álbum

Paws on the Keys
- Wiener Warriors2:35
- Sharks in the Bay2:32
- Cosmic DJ2:32
- Eternal Puppy2:43
- Paws on the Keys3:13
- Across the Ocean3:34
- Not Just a Shadow3:25
- Short King2:44
- Run, Puppy Jay, Runclipe2:01
- Grateful Hearts1:58















